Perguntas frequentes

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Qual o objetivo do simulador?
O objetivo do simulador é ser um instrumento de sensibilização da sociedade a respeito da grande variação que ocorre na mobilidade e seus impactos quando é alterada a forma de locomoção, abrindo caminho para a reflexão e a proposta de ações que permitam construir um sistema de mobilidade mais equitativo e sustentável.

Como é o processo de cálculo?
O processo é feito por estimativa, para verificar a ordem de grandeza dos impactos que podem ser causados. Assim, o mecanismo não pode ser usado para definir projetos técnicos de implantação das ações, que requerem estudos adicionais específicos, com uso de modelos matemáticos e econômicos sofisticados.

Qual a fonte das informações utilizadas no simulador?
Sistema de Informações da Mobilidade Urbana (SIMOB) da ANTP. Consiste em banco de dados e informações especialmente desenhado para permitir aos setores públicos federal, estaduais e municipais o adequado acompanhamento das várias facetas de caráter econômico e social envolvidas na dinâmica do transporte e trânsito urbanos dos municípios brasileiros, com população superior a 60 mil habitantes.

Por que o simulador não inclui metrô?
O simulador não inclui o uso de metrô, pois esta é uma possibilidade limitada a grandes cidades e que tem impactos complexos que não podem ser simulados com uma ferramenta simples.

O tempo gasto em congestionamento é considerado no simulador?
As características do simulador também não permitem que sejam estimados impactos de segundo grau, como a redução do congestionamento viário no caso de redução do uso do automóvel, o que só pode ser feito com modelos de planejamento de transportes preparados para isto.

As simulações são permitidas para quais cidades?
O sistema abrange as cidades com mais de 60 mil habitantes em 2014, ou seja, 526 cidades no total.

Por que não foi incluído o impacto em acidentes de trânsito?
Estudos realizados com dados de acidentes de trânsito mostraram que ainda há muita incerteza sobre a qualidade da informação disponível e sobre a relação de causalidade entre fator impactante e efeito final. Isto desaconselha a inclusão de estimativas de acidentes de trânsito no simulador, sendo necessário obter informações de melhor qualidade.

Posso simular qualquer valor?
A consulta pode estimar os impactos de mudanças entre 1% e 100% das viagens de um modo escolhido. No entanto, a transferência de valores muito elevados não representa uma situação provável na prática – não há nenhuma cidade em que um modo atenda a todas as viagens, nem casos de um modo que não seja usado: na maioria das cidades, a participação de um modo qualquer nunca é inferior a 5% nem superior a 50% do total de deslocamentos.

Quais os combustíveis considerados?
Gasolina C (que contém 22% de etanol anidro) e diesel com adição do biodiesel no teor compatível com o diesel distribuído no mercado.

Como o simulador considera a mistura de biocombustível na gasolina e diesel e as emissões de CO2?
Os fatores de emissão de CO2 utilizados são os publicados pela CETESB e refletem os ensaios de laboratório para homologação dos modelos de veículos da indústria automotiva. São valores de CO2 medidos pela CETESB nos ensaios realizados com combustível padrão de ensaio, que é um combustível disponibilizado pela Petrobras de qualidade e especificações controladas, para que os resultados dos ensaios sejam sempre repetitivos e comparáveis.

No caso da gasolina C, gasool, gasolina com adição de 22% de etanol anidro, o CO2 publicado pela Cetesb é o CO2 total emitido medido no ensaio laboratorial.

No caso do diesel, o diesel de referência para ensaio de emissões tem adição do biodiesel no teor compatível com o diesel distribuído no mercado e o CO2 também é o CO2 total medido no ensaio, que inclui a porção renovável.

A metodologia está disponível?
Sim. Para acessá-la clique aqui.